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📊 Pesquisa aponta Ciro Gomes à frente de Elmano de Freitas, mas a diferença está dentro da margem de erro. O Ceará segue sem favorito consolidado.

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Ciro Gomes (PSDB) aparece com 46% e Elmano de Freitas (PT), com 42,2%, na corrida pelo Governo do Ceará, segundo Paraná Pesquisas. 📊 Mas a vantagem de 3,8 pontos precisa ser lida com cautela: a margem de erro é de 2,7 pontos. 🧵

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Nos votos válidos, Ciro teria 50,8% contra 46,5% de Elmano. É um retrato de disputa quase polarizada, com os demais nomes somando pouco. Quando duas candidaturas concentram o debate, propostas concretas para renda, saúde, educação e clima deveriam ganhar mais espaço.

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O levantamento ouviu 1.352 eleitores entre 23 e 25 de setembro, tem 95% de confiança e registro no TSE: CE-03967/2026. Foi contratado pela DON7 Media por R$ 160 mil. Transparência sobre método, financiamento e margem é essencial para não transformar pesquisa em previsão.

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No eventual 2º turno, Ciro marca 48,7% e Elmano, 44,3%. A distância é de 4,4 pontos — ainda estreita diante da margem. Brancos, nulos e indecisos somam 7%, um contingente capaz de redesenhar uma eleição tão equilibrada.

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A rejeição ajuda a explicar por que nada está decidido: Elmano tem 35,2%, e Ciro, 30%. Uma campanha competitiva não será vencida só por alianças e máquinas políticas, mas pela capacidade de dialogar com quem está frustrado ou ainda não vê representação nas opções principais.

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No Senado, o cenário também é apertado: Cid Gomes (PSB) tem 45,3% e Capitão Wagner (União Brasil), 45%. Luizianne (Rede) chega a 36,3%. Como serão duas vagas, a segunda preferência do eleitor pode ser tão decisiva quanto a liderança inicial.

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A leitura central é simples: há liderança numérica, não vitória antecipada. Com margem estreita, rejeições relevantes e uma parcela fora da escolha dos favoritos, o Ceará deve cobrar menos marketing e mais respostas verificáveis para desigualdade regional, serviços públicos e emprego digno.

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