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Resumo em 10 segundos

🤖 Um tumor no tórax havia comprometido os movimentos das pernas de uma criança de 2 anos. Após cirurgia robótica e reabilitação, ele retomou os primeiros passos.

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🤖 Um menino de 2 anos voltou a dar passos após uma cirurgia robótica para retirar um tumor no tórax, em Joinville (SC). O procedimento, feito no Hospital Dona Helena, foi apresentado como a primeira cirurgia robótica pediátrica da cidade. 🧵

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Marcus Vinicius, morador de São Francisco do Sul, começou a ter dificuldade para andar no início de setembro. Exames identificaram uma lesão de cerca de 4 cm no mediastino posterior, área do tórax próxima à coluna vertebral.

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Segundo a equipe médica, o tumor liberava substâncias associadas ao comprometimento dos movimentos das pernas. A retirada da lesão foi uma etapa central do tratamento, junto do acompanhamento neurológico.

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A operação durou aproximadamente 2h30 e, segundo o hospital, removeu completamente o tumor. A técnica robótica foi escolhida pela localização delicada: permitiu acesso por pequenas incisões e maior preservação das estruturas ao redor da coluna.

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Na cirurgia robótica, o cirurgião controla instrumentos de alta precisão a partir de um console. A tecnologia pode ampliar a visualização da área operada e os movimentos disponíveis em regiões anatômicas complexas — mas exige equipe especializada e estrutura hospitalar.

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Ainda na semana da operação, Marcus voltou a movimentar as pernas. Gradualmente, conseguiu ficar em pé. No início de outubro, já estava em casa, retomando os primeiros passos e seguindo com fisioterapia e acompanhamento multidisciplinar.

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O caso mostra como tecnologia, diagnóstico e reabilitação precisam atuar juntos: o robô não substitui a equipe de saúde, mas pode ser uma ferramenta decisiva quando há indicação. O desafio é ampliar o acesso seguro a esse tipo de cuidado especializado.

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