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Resumo em 10 segundos

Cistite pode ficar mais comum depois da menopausa — e a história da Solange Couto é um bom alerta. Vem entender sintomas, prevenção e tratamentos 👇

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Solange Couto comentou sobre cistite na pós‑menopausa e o assunto abriu um papo importantíssimo sobre saúde íntima das mulheres 😳🧵 Vamos entender o que muda depois da menopausa e como prevenir sem pânico?

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Primeiro: o que é cistite? É uma infecção/inflamação da bexiga. Na pós‑menopausa vira mais comum porque a queda de estrogênio altera a mucosa vaginal e a flora, facilitando a subida de bactérias. Além disso, problemas urinários, diabetes e cateterismo aumentam o risco.

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Fique de olho nos sinais: ardor pra fazer xixi, sensação de não esvaziar a bexiga, vontade urgente, urina turva ou com sangue. Febre, dor lombar ou confusão (em idosas) indicam infecção mais séria — procure atendimento rápido.

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Prevenção prática: hidratar bem, não segurar xixi, usar calcinha de algodão, evitar duchas íntimas e produtos irritantes. Para quem está na pós‑menopausa, o estrogênio vaginal tópico pode fortalecer a mucosa e reduzir recorrências — converse com seu médico.

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Tratamento: sempre que possível fazer urocultura antes de começar antibiótico. Muitas cistites simples respondem a esquemas curtos, mas casos recorrentes pedem avaliação (urologista/obstetra). Existem opções como profilaxia pós‑coito, baixa dose contínua ou terapia local com estrogênio.

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Um ponto social: problemas urinários são comuns e pouco debatidos. Garantir diagnóstico e tratamento acessíveis é importante — especialmente pra quem depende do SUS ou tem dificuldade de acesso. Informação e desestigmatização ajudam a mulher buscar cuidado.

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Pra fechar: infecções urinárias são frequentes — estima‑se que metade das mulheres terá pelo menos uma UTI na vida, e na pós‑menopausa as recorrências aumentam. Se algo estiver estranho, marca uma consulta, peça exames e busque orientações específicas pro seu caso.

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