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Resumo em 10 segundos

O banco revisou BTC e Ether pela 3ª vez em 2026, puxado pelos ETFs. Os números melhoraram, mas ainda revelam cautela. 📈🧵

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O Citi elevou sua projeção de 12 meses para o Bitcoin de US$ 82 mil para US$ 113 mil — e a do Ether, de US$ 2.240 para US$ 3.028. 📈 Mas esta é a 3ª revisão de 2026, o que diz muito sobre a incerteza por trás dos números. 🧵

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A tese do banco se apoia em 3 pilares: atividade mais forte no mercado cripto, cenário macroeconômico mais favorável e retorno dos fluxos para ETFs. O ponto central: instituições voltaram a comprar exposição, ainda que sem euforia.

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Em setembro, ETFs spot de Bitcoin dos EUA tiveram 9 sessões seguidas de entradas, somando US$ 3,075 bilhões entre os dias 17 e 29, segundo a Farside. Só na semana de 21 a 25 foram US$ 2,386 bilhões.

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Mas cuidado com a leitura automática: em 30 de setembro, os ETFs registraram US$ 148,7 milhões em saídas — justamente na data da nota do Citi. No dia seguinte, voltaram ao positivo em US$ 102,7 milhões. Fluxo institucional também oscila.

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A mudança mais relevante está na premissa: em julho, o Citi projetava entradas líquidas zero em ETFs em 12 meses. Agora, trabalha com US$ 5 bilhões. É uma recuperação parcial, não uma volta ao otimismo máximo.

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Prova disso: a meta de US$ 113 mil para BTC ainda fica US$ 30 mil abaixo da previsão de US$ 143 mil adotada pelo banco no início de 2026. Para Ether, US$ 3.028 também está abaixo dos US$ 3.175 estimados em março.

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O próprio Citi havia calculado que cada US$ 100 milhões de entrada poderia elevar o Bitcoin em quase 0,53% ao dia. Só que aplicar essa fórmula mecanicamente ignora liquidez, realização de lucro, derivativos e mudanças no macro.

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A lição não é que US$ 113 mil virou destino inevitável. É que ETFs ampliaram o peso de intermediários financeiros na formação de preço. Mais acesso institucional pode trazer liquidez — mas também concentra influência. Previsão é cenário, não garantia.

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