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Resumo em 10 segundos

Morre Claude Guillemot, cofundador da Ubisoft — uma vida que ajudou a moldar a indústria dos games 🕊️🎮

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Cofundador da Ubisoft Claude Guillemot morre aos 69 anos após queda de aeronave na França (19 de junho, região de La Baule) 🕊️🧵 Uma notícia que paralisa estúdios e jogadores: vamos contar por que a história dele importa além das manchetes.

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Nos anos 80, Claude foi parte de um grupo de irmãos que transformou um negócio familiar em algo maior: a Ubisoft nasceu de um sonho empreendedor e cresceu até virar um nome global. Essa trajetória mistura paixão por jogos, risco e visão de futuro.

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A empresa que ajudou a criar hoje é casa de franquias que marcaram gerações — Assassin's Creed, Far Cry e outras — e ajudou a popularizar o formato narrativo e técnico dos videogames para audiências no mundo todo.

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Mas a história não é só vitórias. O crescimento trouxe desafios: debates sobre cultura interna, direitos dos trabalhadores e governança. A partida de um fundador é também hora de revisitar esses temas com sensibilidade e justiça.

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No plano institucional, a ausência de um dos pilares lembra que empresas gigantes precisam ser resistentes e democráticas: transparência, cuidado com equipes e apoio a estúdios menores ajudam a tornar a indústria mais saudável.

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Nas redes e entre devs, surgem homenagens e memórias. Mais do que marcar um nome, esses recolhimentos mostram como games conectam pessoas — e como a história dos estúdios é feita por milhares de profissionais.

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Claude Guillemot parte deixando um legado complexo: empreendedorismo, inovação e responsabilidades não resolvidas. Que essa perda sirva para lembrar da importância de uma indústria mais justa, sustentável e aberta a novos criadores.

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