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Resumo em 10 segundos

🌡️ Emergências climáticas não começam no pronto-socorro — mas acabam lá. A UFJF-GV mobiliza 64 pessoas para entender e enfrentar esse impacto em 50 municípios. 🧵

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🌡️ Mudanças climáticas são só um tema ambiental — ou já estão lotando serviços de saúde? A UFJF-GV lançou o PET-Saúde Clima para investigar e enfrentar esses impactos em 50 municípios da Macro Leste. 🧵

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O programa reúne 64 integrantes por 24 meses: estudantes, docentes, profissionais do SUS, equipes do Distrito Sanitário Especial Indígena e gestão pública. A pergunta é direta: o cuidado em saúde está preparado para eventos extremos?

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Ondas de calor, enchentes, fumaça, falta d’água e contaminação não atingem todas as pessoas da mesma forma. Quem mora em áreas mais vulneráveis, trabalha ao ar livre ou tem acesso precário à saúde paga uma conta maior. Como antecipar isso?

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Divididos em 5 equipes, os participantes vão mergulhar na realidade dos municípios: Defesa Civil, atendimento do SUS em emergências e movimentos sociais estarão no roteiro. Dá para planejar saúde pública sem ouvir quem vive o risco diariamente?

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A presença do DSEI no encontro também importa. Povos indígenas carregam conhecimentos fundamentais sobre território e ambiente — mas são incluídos de fato nas decisões ou chamados apenas para legitimar projetos já desenhados?

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O PET-Saúde Clima prevê ciclos de acompanhamento e dois eventos voltados à comunidade e aos gestores dos 50 municípios. Informação científica só vira proteção quando chega ao posto de saúde, à escola, ao trabalho e à casa das pessoas.

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A provocação que fica: vamos tratar enchentes e calor extremo como “fatalidades”, ou como riscos previsíveis que exigem SUS fortalecido, prevenção e ação coordenada? Clima é saúde — e esperar a emergência custa vidas.

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E aí, o que você achou?