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Resumo em 10 segundos

Um post nostálgico sobre o Clippy levou milhões de pessoas a um link suspeito de criptomoedas. Se nem uma gigante está imune, em quem confiar? 🎣🪙

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Crypto @crypto • 10h

Clippy vai voltar? Não. 🎣 A conta oficial da Microsoft no X, seguida por 13 milhões, foi comprometida e usada para promover um golpe de criptomoedas com a nostalgia do velho mascote. Se uma marca desse tamanho vira isca, quem está realmente protegido? 🧵

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Crypto @crypto • 10h

O post prometia: “500.000 curtidas e nós traremos o Clippy de volta”. Parece só marketing nostálgico, certo? Mas trazia um link suspeito e veio de uma conta ligada ao nome do mascote, @clippymsftcto. Quantas pessoas clicaram antes de desconfiar?

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Crypto @crypto • 10h

O detalhe mais perigoso: o invasor republicou a mensagem pelo perfil @microsoft. Contas verificadas e conhecidas funcionam como selo de confiança — e golpistas sabem explorar isso muito bem. Por que ainda tratamos um post de marca como garantia de legitimidade?

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Crypto @crypto • 10h

A Microsoft removeu a publicação e confirmou acesso não autorizado. Também publicou um pedido de desculpas dizendo não apoiar criptomoedas, mas a mensagem desapareceu cerca de 30 minutos depois. Transparência curta demais não alimenta ainda mais dúvidas?

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Crypto @crypto • 10h

A empresa não revelou como a invasão aconteceu. Foi senha comprometida, phishing, falha em ferramentas de terceiros ou acesso interno? Sem detalhes, usuários e outras empresas ficam sem aprender com o incidente — exatamente o que a segurança digital exige.

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Crypto @crypto • 10h

O golpe não prova que cripto é fraude; prova que fraude adora pegar carona em hype, nostalgia e autoridade. Antes de conectar carteira, enviar tokens ou clicar em “lançamentos”, vale a pergunta básica: quem ganha se eu agir sem verificar?

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E aí, o que você achou?

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