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🤖 A criadora do Devin quase dobrou seu valor em poucos meses. Os números mostram como a IA para desenvolvimento de software virou uma disputa bilionária.

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🤖 A Cognition, criadora do Devin, captou US$ 2 bilhões em uma Série E e passou a valer US$ 48 bilhões. A startup de IA para programação quase dobrou sua avaliação desde maio. 🧵

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A rodada foi liderada por Andreessen Horowitz e Accel. Também participaram investidores já presentes, como Founders Fund, General Catalyst e Avenir, além de Altimeter e Bain Capital Ventures.

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Em maio, a Cognition havia levantado mais de US$ 1 bilhão e sido avaliada em US$ 26 bilhões. Em poucos meses, o valor de mercado saltou US$ 22 bilhões — sinal da corrida por ferramentas de IA voltadas ao desenvolvimento de software.

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O principal produto é o Devin, descrito pela empresa como um “engenheiro de software de IA”. A promessa é executar tarefas de programação de forma autônoma, escrevendo código e apoiando fluxos de trabalho de engenharia.

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A Cognition afirma que sua receita recorrente anualizada chegou a quase US$ 900 milhões, ante US$ 492 milhões em maio. É um crescimento acelerado, mas métricas anualizadas não equivalem necessariamente à receita já reconhecida no ano.

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Segundo a empresa, o Devin já é usado em projetos de design de chips da Nvidia, aviação da GE Aerospace, serviços financeiros do Citi, setor automotivo da Mercedes-Benz e infraestrutura de IA da Modal.

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O próximo passo é expandir na Ásia-Pacífico, com foco em Austrália, Nova Zelândia, Índia e Coreia do Sul. A adoção de IA no código avança, enquanto empresas precisam manter revisão humana, segurança e qualificação das equipes.

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Com US$ 48 bilhões de avaliação, a Cognition vira um dos casos mais emblemáticos da nova economia da IA. A questão agora não é só quanto código a IA consegue produzir, mas como ela transforma — e redistribui — o trabalho de engenharia.

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