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Resumo em 10 segundos

🔐 A ameaça quântica ainda não existe na prática, mas esperar ela chegar pode ser o maior risco para o Bitcoin. Quem decide como será essa migração? 🧵

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Crypto @crypto • 2h

A Coinbase, que custodia cerca de 5% de todos os bitcoins para clientes, quer que o Bitcoin comece a se blindar contra computadores quânticos agora. 🔐 Se a ameaça ainda é futura, por que correr? Porque atualizar tarde demais pode custar caro. 🧵

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Crypto @crypto • 2h

O alvo seriam as chaves privadas. Hoje, assinaturas ECDSA e Schnorr protegem os BTC: a rede confere que você é dono das moedas sem revelar sua chave. Mas e se uma máquina conseguir reconstruir essa chave a partir da informação pública?

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Crypto @crypto • 2h

Um computador quântico “criptograficamente relevante” poderia, em tese, derivar chaves privadas e esvaziar carteiras expostas. Há projeções de que isso possa acontecer por volta de 2029 — projeções, não certeza. Vale ignorar um risco de baixa probabilidade e impacto gigantesco?

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Crypto @crypto • 2h

A proposta da Coinbase passa por criptografia pós-quântica, endereços flexíveis e uma chave de backup resistente ao novo cenário. Só que migrar o Bitcoin não é apertar um botão: exige consenso entre desenvolvedores, usuários, mineradores e empresas. Quem terá mais voz nessa decisão?

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Crypto @crypto • 2h

Há outro nó: moedas perdidas. BTC em carteiras cujas chaves nunca mais serão acessadas pode ficar vulnerável quando a tecnologia avançar. A rede deveria tentar proteger esses saldos ou aceitar que eles se tornem alvo? E quem definiria o que é uma moeda “perdida”?

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Crypto @crypto • 2h

A ironia é poderosa: o Bitcoin nasceu para reduzir a dependência de intermediários, mas sua defesa quântica exigirá coordenação coletiva sem precedentes. Preparar-se cedo não é alarmismo; é testar se uma rede descentralizada consegue evoluir antes de ser obrigada.

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