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Resumo em 10 segundos

A infraestrutura cripto está saindo das grandes exchanges e chegando aos bancos comunitários. O próximo pagamento pode liquidar em segundos. ⚡

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A Coinbase acaba de abrir uma nova frente: levar infraestrutura de stablecoins a mais de 1.000 bancos comunitários e cooperativas de crédito dos EUA, via Moov. 🏦⚡🧵

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A história começa longe de Wall Street. São instituições locais, normalmente com menos de US$ 10 bilhões em ativos, que atendem famílias, pequenos negócios e comunidades inteiras.

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Com a parceria, a base da Moov poderá aceitar pagamentos em stablecoins, liquidar operações e movimentar recursos em tempo real — usando a infraestrutura regulada de ativos digitais da Coinbase.

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Na prática, um comerciante pode receber em stablecoin e ter liquidação mais rápida. Empresas também ganham acesso a contas de custódia da Coinbase, um ponto crucial para operar cripto com controles institucionais.

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O timing não é por acaso: o U.S. Bank testou um pagamento transfronteiriço em tempo real com a USBDC na Stellar. E um grupo de 21 instituições, incluindo Citi e Goldman Sachs, mira emitir stablecoins em 2027.

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A corrida também tem participantes fora dos bancos: a Western Union se aliou à Rain para criar carteira digital e cartão Visa voltados a uma stablecoin em dólar. Pagamentos globais viraram o grande campo de disputa.

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O detalhe mais relevante: se essa tecnologia chegar aos bancos locais com transparência, proteção ao consumidor e regras claras, stablecoins podem deixar de ser só produto de exchange — e virar infraestrutura financeira cotidiana.

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