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🇨🇴 Governo revogou regra que buscava trazer capital de volta ao país. A mudança afeta uma carteira de US$ 179 bilhões e quase 20 milhões de participantes. 🧵

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🇨🇴 A Colômbia revogou o decreto que limitaria a 30% os investimentos no exterior dos fundos privados de pensão. A decisão muda as regras para uma carteira de cerca de US$ 179 bilhões, ligada à aposentadoria de quase 20 milhões de pessoas. 🧵

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A norma, editada em abril no governo de Gustavo Petro, previa uma repatriação gradual de mais de 100 trilhões de pesos colombianos — cerca de US$ 30,9 bilhões — para financiar infraestrutura e projetos econômicos dentro do país.

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O novo ministro da Fazenda, Miguel Gomez, afirmou que remover o teto permite aos fundos diversificar melhor as carteiras, acessar mais mercados e buscar retornos mais elevados. Em previdência, diversificação é uma ferramenta central para diluir riscos.

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Hoje, aproximadamente 48% da carteira dos fundos está aplicada fora da Colômbia: quase 278 trilhões de pesos, ou US$ 85,8 bilhões. Entre as gestoras estão Porvenir, Proteccion, Colfondos e Old Mutual, segundo a associação Asofondos.

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Segundo o governo, forçar a volta desses recursos poderia valorizar fortemente o peso colombiano frente ao dólar e inflar artificialmente os preços de ativos locais. A avaliação oficial é que a regra foi revogada antes de produzir efeitos relevantes.

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O episódio expõe um dilema recorrente: usar a poupança previdenciária para estimular a economia doméstica ou priorizar a diversificação global para proteger os recursos dos participantes. O ponto decisivo é combinar retorno, segurança e transparência na gestão.

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