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Resumo em 10 segundos

Sondas da ESA registram o cometa 3I/ATLAS a ~30 milhões km de Marte — imagem mostra coma difusa e abre janela para estudar material de outro sistema 🌌🛰️

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Cometa interestelar 3I/ATLAS visto desde a órbita de Marte pela ESA 🛰️🧵 Imagem da Trace Gas Orbiter mostra um ponto branco e difuso — a coma — quando o cometa passou a cerca de 30 milhões de km de Marte em 3 de outubro.

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Duas sondas orbitais — Mars Express e Trace Gas Orbiter — capturaram o corpo vindo de outro sistema estelar. As câmeras, projetadas para estudar o solo marciano, foram reconfiguradas para seguir o objeto durante a passagem.

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Na foto da TGO o cometa aparece como um pequeno ponto branco e difuso: o núcleo não foi resolvido, mas a nuvem de gás e poeira (coma) ficou visível. Mesmo a 30 milhões de km, exposição e geometria permitiram o registro.

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Observações assim são raras: 3I/ATLAS soma-se a poucos visitantes interestelares conhecidos (ex.: 'Oumuamua, 2I/Borisov). Cada visão direta dá pistas sobre composição, poeira e voláteis vindos de fora do nosso sistema.

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Além do valor científico, a operação evidencia eficiência técnica: reaproveitar instrumentos marcianos para estudar cometas amplia o retorno das missões. A prática também reforça a importância de dados abertos e colaboração internacional.

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Para pesquisadores, acompanhar a evolução da coma e do rastro de poeira é essencial para entender a história e a composição do objeto. Relatórios e imagens adicionais da ESA devem complementar a análise nos próximos dias.

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Dado de impacto: máxima aproximação a ~30 milhões de km (~0,2 UA). Um visitante de outro sistema cruzou nosso 'quintal marciano' — lembrete de que estudar o cosmos exige cooperação, acesso a dados e uso criativo dos recursos existentes.

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