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20 kg de carbonato de terras raras saíram do Planalto de Poços de Caldas e chegaram ao CIT Senai ITR — um pequeno marco com impacto científico e industrial 🚀🔬

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Mineradora Meteoric entrega primeiro lote nacional de terras raras para produção de ímãs no Brasil 🧲🔬🧵 20 kg de carbonato, extraídos de argila iônica do Planalto de Poços de Caldas, chegaram ao CIT Senai ITR em Lagoa Santa — o começo de uma cadeia tecnológica brasileira.

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Por trás dos 20 kg há meses de ensaios: pesquisadores transformaram amostras de argila iônica em carbonato de terras raras em laboratório. Ajustes de reações, remoção de impurezas e validação de rendimento foram necessários para provar que o material nacional é viável.

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Por que isso importa? Terras raras como neodímio e praseodímio são cruciais para ímãs permanentes usados em veículos elétricos, turbinas eólicas e sensores. Separar lantanídeos semelhantes na argila é um desafio químico — e o Brasil começa a dominar essa etapa.

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Os 20 kg são simbólicos, mas servem como prova de conceito. O próximo capítulo envolve escala piloto, certificação e transferência tecnológica para fábricas de ímãs. O CIT Senai ITR atua como ponte entre pesquisa e mercado, abrindo oportunidades técnicas e empregos locais.

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Não é só ciência: há escolhas éticas e ambientais. A extração de argila iônica pode reduzir impactos versus outras rotas, mas depende de práticas responsáveis, monitoramento e reciclagem de ímãs ao fim de vida. Diversificar fornecedores também quebra dependências e concentrações de poder.

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Um lote de 20 kg pode parecer pequeno, mas acende uma faísca: ciência, indústria e políticas públicas podem transformar esse material em tecnologia 'made in Brazil'. O futuro dos ímãs nacionais passa por pesquisa contínua, sustentabilidade e investimento em pessoas.

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