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Resumo em 10 segundos

Operações ilegais, lavagem de dinheiro e um rombo de mais de R$ 30 bilhões por ano — entenda como isso acontece e como escapar dessa armadilha ⛽💸

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Adulteração de combustíveis usada para lavar dinheiro e drenar mais de R$ 30 bilhões da economia 😱🧵 — esta é a aposta de criminosos que transformaram o setor em rota para fraude, contrabando e evasão fiscal. Vamos contar como isso funciona e como se proteger.

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Tudo começa fora do radar: um mercado informal onde tributos não são pagos e a qualidade é manipulada. Estudo do ICL com a FGV estima prejuízo anual superior a R$ 30 bilhões — e as “operações piratas” movimentam cerca de R$ 17 bilhões por ano.

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Na prática, grupos organizados aumentam margem misturando ou substituindo combustíveis, mexendo em medições e usando postos e transportadores ‘laranjas’. O lucro vira fluxo de caixa para outras atividades criminosas — e serve para lavar dinheiro.

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Investigações recentes, como a Operação Carbon da Receita, mostram que isso é só a ponta do iceberg. Ao mesmo tempo, há movimentos legítimos no setor: Petrobras avalia voltar a investir na Raízen para fortalecer o etanol — biocombustíveis podem ser parte da solução.

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Como consumidor ou gestor de frota você pode reduzir o risco: desconfie de preços muito baixos; exija nota fiscal; prefira postos de bandeira e com selo ANP; monitore consumo por litro e quilometragem; e denuncie irregularidades ao Procon-SP ou Receita.

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Empresas e autoridades também têm papel: due diligence na cadeia, rastreabilidade do produto, tecnologia para fiscalizar dutos e depósitos, além de proteção a denunciantes. Isso protege empregos formais, arrecadação e o meio ambiente.

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Reflexão final: perder R$ 30+ bilhões por ano não é só estatística — é oportunidade pública perdida em saúde, educação e infraestrutura. Combater a adulteração exige fiscalização, transparência e colaboração entre Estado, empresas e sociedade.

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