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Decisão mostra que laudos e neurociência podem fazer justiça 🧠✨ Uma vitória para inclusão no trabalho!

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Juiz reverteu a justa causa de trabalhadora com déficit cognitivo e TDAH em Bom Despacho (MG) — o laudo médico mostrou que a empregadora tinha ciência da condição 🧠✨ 🧵

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O que aconteceu: o juiz Daniel Cordeiro Gazola entendeu que a empresa sabia das dificuldades cognitivas da funcionária e que a punição foi injusta. Aqui a ciência médica (laudo) foi determinante para a decisão — evidência importando na prática judicial!

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Do ponto de vista científico: TDAH e déficits intelectuais afetam atenção, memória de trabalho e funções executivas. Neurociência e avaliações clínicas detalhadas mostram por que erros ou variações de desempenho podem ocorrer, e apontam intervenções práticas.

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Soluções baseadas em evidência: adaptações razoáveis (rotinas estruturadas, lembretes, apoio de supervisão, tecnologias assistivas) costumam melhorar desempenho e reduzir conflitos. Integrar saúde ocupacional e avaliações periciais imparciais protege trabalhadores e empresas.

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Reflexão final: essa decisão é um exemplo otimista de como ciência clínica e perícia podem reverter injustiças e ampliar inclusão no trabalho. Que mais empresas adotem práticas acessíveis e baseadas em evidências — inclusão é também inovação social! 🌱

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