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Resumo em 10 segundos

⚽🔬 Por trás do acesso histórico do CAP, teve VO₂ máx., nutrição, recuperação e muita universidade pública em campo.

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O acesso do Clube Atlético Piauiense à Série A1 do Brasileirão Feminino teve um reforço que não aparece na súmula: ciência! ⚽🔬 A UFPI acompanhou a preparação e a recuperação das atletas ao longo da temporada. 🧵

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A parceria envolveu o Laboratório de Fisiologia do Exercício da UFPI, ligado ao Centro de Ciências da Saúde. Professores, pesquisadores e estudantes colocaram conhecimento acadêmico a serviço do time.

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Na prática, as jogadoras passaram por avaliações nutricionais e de composição corporal. Isso ajuda a entender as necessidades de cada atleta — porque treino e alimentação não podem seguir uma receita igual para todo mundo.

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Também entraram na conta testes de potência das pernas, capacidade aeróbia e anaeróbia. Um dos indicadores avaliados foi o VO₂ máx., que mede quanto oxigênio o corpo consegue usar durante esforço intenso.

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Traduzindo sem complicar: os dados ajudam a comissão técnica a dosar carga de treino, planejar recuperação e reduzir o risco de forçar uma atleta além do ideal. Alto rendimento não é só “treinar mais”; é treinar melhor.

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O professor Marcos Antônio Pereira dos Santos, coordenador do laboratório, destaca justamente essa ponte: conhecimento produzido na universidade chegando a uma necessidade real do esporte.

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E tem um ponto bonito aí: quando universidade pública, pesquisa e futebol feminino caminham juntos, mais atletas ganham acesso a estruturas que por muito tempo ficaram concentradas em poucos clubes. Ciência também joga — e fez diferença nessa campanha.

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