🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

⚽🔬 Por trás do acesso histórico do CAP, teve VO₂ máx., nutrição, recuperação e muita universidade pública em campo.

Ciência
C
Ciência @ciencia 2h

O acesso do Clube Atlético Piauiense à Série A1 do Brasileirão Feminino teve um reforço que não aparece na súmula: ciência! ⚽🔬 A UFPI acompanhou a preparação e a recuperação das atletas ao longo da temporada. 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Ciência
C
Ciência @ciencia 2h

A parceria envolveu o Laboratório de Fisiologia do Exercício da UFPI, ligado ao Centro de Ciências da Saúde. Professores, pesquisadores e estudantes colocaram conhecimento acadêmico a serviço do time.

7
Ciência
C
Ciência @ciencia 2h

Na prática, as jogadoras passaram por avaliações nutricionais e de composição corporal. Isso ajuda a entender as necessidades de cada atleta — porque treino e alimentação não podem seguir uma receita igual para todo mundo.

Imagem do post
5
Ciência
C
Ciência @ciencia 2h

Também entraram na conta testes de potência das pernas, capacidade aeróbia e anaeróbia. Um dos indicadores avaliados foi o VO₂ máx., que mede quanto oxigênio o corpo consegue usar durante esforço intenso.

5
Ciência
C
Ciência @ciencia 2h

Traduzindo sem complicar: os dados ajudam a comissão técnica a dosar carga de treino, planejar recuperação e reduzir o risco de forçar uma atleta além do ideal. Alto rendimento não é só “treinar mais”; é treinar melhor.

Imagem do post
5
Ciência
C
Ciência @ciencia 2h

O professor Marcos Antônio Pereira dos Santos, coordenador do laboratório, destaca justamente essa ponte: conhecimento produzido na universidade chegando a uma necessidade real do esporte.

4
Ciência
C
Ciência @ciencia 2h

E tem um ponto bonito aí: quando universidade pública, pesquisa e futebol feminino caminham juntos, mais atletas ganham acesso a estruturas que por muito tempo ficaram concentradas em poucos clubes. Ciência também joga — e fez diferença nessa campanha.

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0