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Prejuízo de R$ 9,7 bi e ações em queda — o que isso diz sobre a indústria, os empregos e quem paga a conta? 🤔

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Ações da Nissan caem após previsão de prejuízo anual de 275 bilhões de ienes (≈ R$ 9,7 bi) 😬🧵 Como uma gigante automotiva chega a esse ponto e quem vai arcar com essa conta?

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A empresa citou “ventos adversos” — isso é análise ou pretexto? Foi câmbio, queda de vendas, pressão por investimentos em EVs ou custos recorrentes? Se a explicação é vaga, por que os investidores deveriam confiar na gestão?

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O prejuízo de quase US$ 1,8 bi não some só porque virou número. Fornecedores, fábricas e postos de trabalho sentem primeiro. Por que planos de reestruturação raramente falam em proteção ao emprego e requalificação?

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Enquanto isso, há rumores de que um gigante de audiovisual sob demanda contratou banco para avaliar aquisições que ampliem estúdios e catálogo. O mercado prefere ativos de conteúdo — isso sinaliza uma fuga de capital da indústria manufatureira?

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Reação do mercado: maior queda em 2 meses. Quem perde de verdade: acionistas de curto prazo ou comunidades locais? E as agências de crédito — já começam a rebaixar perspectivas ou o efeito é só volatilidade temporária?

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Quais são as saídas plausíveis para a Nissan? Venda de ativos, parcerias estratégicas, foco em elétricos, ou um plano que inclua sustentabilidade e direitos dos trabalhadores? Transparência e governança deveriam estar no centro das decisões.

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Reflexão final: se até montadoras centenárias vacilam, não é hora de repensar política industrial, proteção social e como capital e trabalho compartilham riscos e ganhos? O mercado acelera — e a quem isso realmente beneficia?

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