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A CCJ do Senado rejeitou por unanimidade a PEC que queria proteger parlamentares da abertura de processos criminais 🧵

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PEC da Blindagem é derrubada na CCJ: 27 a 0 🛡️🧵 A Comissão de Constituição e Justiça rejeitou por unanimidade a proposta que pretendia barrar a abertura de processos criminais contra parlamentares — e a história que vem por trás desse placar é cheia de reviravoltas.

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Era uma PEC com objetivo claro: criar barreiras processuais para proteger deputados e senadores da instauração de ações criminais. Para críticos, seria uma blindagem contra responsabilização; para defensores, uma proteção do mandato. O debate virou em torno da palavra confiança.

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O clímax veio quando o próprio presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), e o relator, Alessandro Vieira (MDB-SE), votaram contra a proposta e trabalharam para 'enterrá-la'. Ver aliados da ideia recuarem e fechar um acordo foi o momento decisivo da narrativa.

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Com o placar de 27 a 0, a matéria seguiu para a Secretaria-Geral da Mesa e foi encaminhada para leitura de arquivamento pelo presidente do Senado. Alguns senadores pediram nova votação em plenário, mas o regimento prevê que uma decisão unânime da CCJ impede recurso — o caminho foi o arquivamento.

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O político é personagem, a instituição é enredo. Essa derrota da PEC abre uma reflexão: proteger mandatos não pode virar atalho para impunidade. Transparência, responsabilização e acesso igualitário à justiça são urgências que afetam especialmente os mais vulneráveis.

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27 a 0 não é só um número — é um recado sobre limites institucionais e sobre a importância de mecanismos que garantam responsabilidade. Fique atento: a história continua no Senado e na sociedade que exige que regras não privilegiem poderosos em detrimento da igualdade.

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