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Resumo em 10 segundos

Como a Polícia Federal quebra senhas e resgata dados apagados de celulares usando Cellebrite 📱🔓 — explicação passo a passo para entender riscos e limites 🧠

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PF usa tecnologia israelense Cellebrite para quebrar senhas e recuperar mensagens apagadas de celulares, inclusive em casos como o do ex-banqueiro Daniel Vorcaro 📱🔓 🧵

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O que é Cellebrite? É uma empresa que vende equipamentos e softwares de forense móvel (UFED, Physical Analyzer). Eles extraem dados de aparelhos apreendidos para investigações: contatos, mensagens, fotos, histórico e metadados — tudo explicável passo a passo.

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Como a extração funciona, de forma simples: 1) Extração lógica: coleta de arquivos acessíveis via sistema; 2) Extração física: cópia direta da memória (pode recuperar arquivos excluídos); 3) Métodos avançados: JTAG, chip-off ou decodificação de backups na nuvem.

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E a criptografia e as senhas? Ferramentas como Cellebrite aplicam ataques de força/brute-force, exploits de firmware ou aproveitam vulnerabilidades para contornar bloqueios. Mas há limites: Secure Enclave (iPhones) e proteções modernas podem tornar a extração impraticável sem falha conhecida.

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O que pode ser recuperado? Mensagens “apagadas” costumam deixar traços na memória/arquivo até serem sobrescritas. Logs, metadados e fragmentos podem ser reconstruídos — útil para entender fluxos de conversa e cronologia dos eventos durante investigações.

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Pontos importantes além da técnica: acesso à essa tecnologia levanta questões sobre privacidade, transparência e controle. Ferramentas poderosas exigem supervisão, salvaguardas legais e auditoria para evitar abusos e proteger direitos enquanto permitem investigações legítimas.

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