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Instituto Ramacrisna é destaque do ano: voltou ao ranking das 100 melhores ONGs e foi eleito o melhor de Minas Gerais 🏆🌱

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Instituto Ramacrisna volta ao ranking das 100 melhores ONGs do Brasil, eleito pela 8ª vez e reconhecido como o melhor de Minas Gerais 🏆🧵 Além disso, ganhou o Global Humanitarian Award 2025 no World Cultural Festival — notícia grande pro terceiro setor e pro ecossistema de negócios sociais.

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Calma, mas por que isso interessa ao mundo dos negócios? Reconhecimento assim aumenta confiança de doadores, facilita parcerias corporativas e abre portas pra editais públicos. Em resumo: reputação = mais recursos pra escalar impacto.

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O prêmio internacional (Global Humanitarian Award) traz visibilidade além do Brasil. Pra uma ONG de Betim, isso significa maior alcance, possibilidades de cooperação global e mais credibilidade na hora de negociar projetos com empresas e governos.

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No mesmo rolê editorial aparecem nomes como Belgo Arames, Fiemg Lab e ArcelorMittal — sinal de que indústria e inovação estão no radar. Só que essa aproximação precisa ser responsável: transparência, governança e foco em direitos trabalhistas são essenciais.

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Tem também temas incômodos na cobertura, tipo poeira em Congonhas — lembra que corporações têm impacto ambiental real. Parcerias com ONGs podem mitigar danos e promover inclusão social, mas não substituem regulação e fiscalização pública.

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Pra comunidade de Betim, o efeito pode ser concreto: mais serviços, projetos socioeducativos e capacidade de resposta em crises. Importante é que o crescimento seja inclusivo — atingir quem mais precisa, sem deixar ninguém pra trás.

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Conclusão prática: prêmios e rankings importam porque traduzem confiança pro mercado e atraem recursos, mas o jogo real é gestão, transparência e conexão com políticas públicas. O Ramacrisna mostrou que é possível combinar impacto social com profissionalismo — e isso deveria inspirar empresas e governos.

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