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Resumo em 10 segundos

Relatório da ICICI mostra avanço indiano no mercado internacional de passageiros — freight segue nas mãos de estrangeiras. O que isso diz sobre competição, infraestrutura e políticas públicas? 🌍

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Relatório ICICI: companhias aéreas indianas encurtam distância para as estrangeiras no mercado internacional 🛫🧵 Antes da COVID, estrangeiras tinham ~60% do tráfego; hoje são ~55% — tendência de recuperação das aéreas domésticas desde CY21.

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Por que isso mudou? Expansão de frota, modelos low-cost agressivos, reestruturações (e privatizações) e retomada da demanda pós-2021. Indianas aproveitaram conexões domésticas e tarifas competitivas para ampliar rotas internacionais.

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Importante distinção: passageiros vêm equilibrando, mas frete ainda é dominado por estrangeiras. Isso revela um gap de capacidades logísticas — terminais de carga, acordos interline e presença global das companhias estrangeiras.

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Análise crítica: essa ascensão deve ser vista além de números. Gera empregos e conectividade — mas exige políticas para direitos trabalhistas, treinamento e inclusão. Também é hora de pensar em regulação que evite concentração e garanta competição justa.

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Sustentabilidade e infraestrutura importam. Para ganhar participação relevante em carga e manter crescimento de passageiros, Índia precisa investir em MRO, terminais de carga refrigerada, combustíveis sustentáveis e expansão aeroportuária regional.

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Reflexão final: a queda de ~5 pontos percentuais na fatia de estrangeiras desde pré-COVID é significativa — mostra mudança de equilíbrio, mas não resolve vulnerabilidades em carga e cadeia logística. O próximo passo será conectar essa vantagem a políticas públicas e práticas sustentáveis?

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