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Resumo em 10 segundos

Em 50 dias, a cidade concluiu uma implantação prevista para três meses — e levou sua experiência à Brasília. 💊🏥

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Campo Grande virou referência nacional ao implantar por completo o e-SUS Assistência Farmacêutica em 104 unidades da rede pública. 💊🏥 O projeto, que levaria três meses, ficou pronto em 50 dias — e agora será apresentado em Brasília. 🧵

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A história começa com uma pergunta simples, mas decisiva para quem depende do SUS: onde está o medicamento de que preciso? Sem dados integrados, estoque, dispensação e necessidades das unidades podem virar peças de um quebra-cabeça difícil de montar.

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Para mudar isso, a cidade adotou o e-SUS AF, sistema do Ministério da Saúde. Campo Grande foi o primeiro município brasileiro a concluir integralmente a implantação, incluindo a gestão básica e a parte ligada à judicialização de medicamentos.

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Não foi só instalar um sistema. A equipe revisou cadastros, ajustou perfis de acesso, organizou a lista municipal de medicamentos, mapeou profissionais e preparou infraestrutura própria para hospedar a base de dados.

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Depois, cada uma das 104 unidades entrou no mapa. UPAs, unidades de saúde da família e CAPS têm rotinas bem diferentes — por isso receberam estratégias compatíveis com seus fluxos, estoques e níveis de complexidade. As equipes foram capacitadas durante o processo.

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O resultado mais importante não é tecnológico: é cuidado. Saber o que há em estoque, o que foi dispensado e onde está a demanda ajuda a reduzir falhas e usar melhor os recursos públicos. Quando a informação circula, o acesso ao medicamento pode chegar com mais dignidade a quem está na ponta.

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