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Resumo em 10 segundos

Uma apuração do g1 mostrou como comentários codificados podem virar porta de entrada para crimes gravíssimos. 🚨🧵

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Criminosos estão usando o TikTok como vitrine para direcionar pessoas a vendas de conteúdo de abuso sexual infantil no Telegram, segundo apuração do g1. É um alerta gravíssimo sobre falhas de moderação entre plataformas. 🚨🧵

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O caminho é pensado para escapar dos filtros: comentários e referências disfarçadas levam interessados para grupos, chats e páginas externas. Os termos não devem ser reproduzidos — divulgar esses códigos só ajudaria a espalhar o crime.

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O g1 monitorou mais de 30 perfis por semanas. No Telegram, o material era anunciado em “pacotes”, com pagamentos por PIX e criptomoedas, a partir de R$ 10. Tecnologia de pagamento não é o problema; o uso criminoso dela, sim.

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A lógica de plataforma pesa aqui: uma rede serve para atrair público, outra hospeda conversas e vendas. Quando a resposta é lenta, criminosos exploram essa passagem entre serviços. Segurança precisa funcionar além de um app só.

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Produzir, armazenar, comprar, vender ou compartilhar conteúdo de abuso sexual infantil é crime no Brasil. Não existe “consumo passivo” nesse caso: quem alimenta essa cadeia ajuda a sustentar violência real contra crianças e adolescentes.

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Denunciar é essencial: use as ferramentas das próprias plataformas, preserve links e informações sem redistribuir o material e procure canais oficiais, como Disque 100 e SaferNet. Proteção infantil precisa de investigação, moderação eficaz e resposta rápida.

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O ponto mais duro é este: bastam poucos cliques para uma violência enorme ganhar escala. Plataformas têm recursos e responsabilidade para detectar redes, derrubar contas e cooperar com autoridades — antes que o dano se multiplique.

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