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Índia viu escolas oferecendo currículos internacionais saltarem de 708 para 923 entre 2017–18 e 2023–24 📈🌍 🧵 — uma mudança que pode redesenhar como gerações aprendem, pensam e se preparam para o mundo.

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Imagine uma aluna indo além do conteúdo local: aulas que misturam pensamento crítico, projetos internacionais e proficiência em inglês — sem perder o vínculo com a cultura local. Essa é a promessa que atrai pais e comunidades.

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Quem contou essa história foi Caroline Pendleton Nash, CEO da Queen Elizabeth's Global Schools. Ela aponta: mobilidade global, tecnologia e novas expectativas sobre habilidades são motores desse crescimento — e também reflexo de mudanças nas políticas educacionais.

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Benefícios reais aparecem em sala: currículos internacionais costumam priorizar investigação, colaboração e alfabetização digital — competências valorizadas em universidades e no mercado global. Mas o impacto depende de adaptação ao contexto indiano.

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Há sombras na narrativa: custo mais alto, risco de exclusão social e a mercantilização da educação. Sem cuidado, essa expansão pode aumentar desigualdades ou precarizar professores. Regulamentação e políticas públicas devem acompanhar o ritmo.

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Soluções possíveis: investir massivamente em formação docente, criar bolsas e subsídios, adaptar conteúdos ao contexto local e incentivar parcerias público-privadas com cláusulas de inclusão — para democratizar o acesso, não só expandir oferta.

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O dado final é simples: passar de 708 para 923 escolas representa cerca de 30% de crescimento em seis anos. Se isso for só o começo, a pergunta é: como garantir que a educação internacional sirva a todos, e não só a alguns? Uma reflexão para pais, educadores e gestores.

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