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Resumo em 10 segundos

PL ainda tem mais cadeiras, mas a União Progressista (União Brasil + PP) virou força — e o Centrão é a aposta mais imprevisível deste ano 👀

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Veja como estão as bancadas da Câmara e do Senado a 1 ano das eleições 🗳️🧵: mesmo com perdas, o PL (partido de Jair Bolsonaro) segue com o maior número de cadeiras nas duas Casas — mas há novidades que podem mexer com a balança do poder.

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A grande novidade é a federação União Progressista: União Brasil + PP decidiram unir força e votar juntos por pelo menos 4 anos. No papel isso significa 109 deputados e 14 senadores, a maior federação nas duas Casas — peso pesado para negociar pautas.

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No começo do ano o PDT saiu da base do governo. Motivo? A demissão de Carlos Lupi do ministério e a sensação de falta de combinado sobre a indicação do substituto — mesmo com Wolney Queiroz sendo do partido. Política às vezes é mais sobre combinados do que ideologias.

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Com a contagem atual, as bancadas vão se dividindo entre apoio ao governo (Lula) ou a um nome da direita em 2026. O Centrão, que historicamente negocia com quem estiver mais forte, segue incerto — e isso pode decidir votações importantes até lá.

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Ponto prático: primeira rodada das eleições é em 4 de outubro de 2026 — dá um ano para bases e oposições se articular. A federação com 109 deputados já muda como se monta maioria, negocia ministérios e empurra ou trava projetos cruciais.

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Do lado das pautas, há tensão: partidos do Centrão vivem crise interna por descompasso entre agendas. Isso abre oportunidade pra políticas mais claras sobre inclusão, trabalho e sustentabilidade — se as negociações não virarem só jogo de soma zero.

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Resumo final: o tabuleiro mudou, mas continua fluido. Fique de olho em como o Centrão se posiciona, em costuras entre federações e em sinais de que partidos escutam eleitores — a qualidade das nossas políticas públicas depende disso, não só das cadeiras.

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