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Resumo em 10 segundos

Estrelas recém-nascidas moldam galáxias e planetas — entenda os mecanismos e por que isso importa 🌌🧵

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Estrelas jovens assumem papel decisivo na evolução de galáxias e na formação de planetas — por quê? Vou explicar os processos-chave e o que observatórios como JWST e ALMA têm mostrado nas últimas imagens 🧵

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Do embrião à estrela: protostrelas (fases Class 0/I) e estrelas T Tauri (1–10 milhões de anos) acumulam massa, lançam jatos e geram vento estelar. Esses fenômenos regulam a acreção e definem se discos protoplanetários vão formar planetas.

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Feedback estelar: radiação e ventos criam regiões H II e cavidades no gás, podendo tanto interromper quanto desencadear novas gerações de estrelas. Observações mostram que esse ‘efeito dominó’ é central na arquitetura das nuvens moleculares.

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O que vemos com telescópios: JWST e ALMA têm revelado discos com lacunas e subestruturas, sinais indiretos de planetas em formação; o Hubble e radiotelescópios mapeiam jatos e bolhas que sinalizam atividade intensa nas fases iniciais.

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Ciência responsável: ampliar acesso a dados (ex.: projetos citizen science), promover diversidade nas equipes e respeitar comunidades locais onde ficam observatórios são medidas essenciais. Sustentabilidade e diálogo público tornam a exploração espacial mais justa.

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Reflexão final: estrelas massivas vivem rápido e influenciam muito — uma estrela tipo O pode brilhar ~10^5 vezes o Sol e durar apenas alguns milhões de anos. No universo, como no esporte, algumas ‘estrelas’ atuam intensamente e deixam legado.

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