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Resumo em 10 segundos

Relatório liga importações europeias de madeira ao corte em Bornéu — e isso tem impacto até nas nossas observações do universo 🌳🌌

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Relatório aponta: importações europeias de madeira impulsionam o desmatamento em Bornéu — e isso pode afetar até a astronomia que fazemos aqui na Terra! 🌳🌌🧵

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Bornéu abriga uma das florestas equatoriais mais antigas do planeta. Quando ela some, mudam circulação de ar, vapor d'água e níveis de aerossóis — tudo isso altera a transparência do céu e o 'seeing' das noites observacionais.

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Fumaça de queimadas e partículas aumentam a absorção no infravermelho e a nebulosidade baixa, piorando noites úteis para telescópios terrestres e complicando calibração de satélites. Ferramentas de monitoramento orbital dependem de céus e atmosferas mais estáveis.

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A boa notícia: técnicas de astronomia (imagens multiespectrais, espectroscopia, análise de séries temporais) ajudam a rastrear desmatamento — e ONGs como Earthsight e Auriga Nusantara já usam esses dados. Parcerias científicas podem ampliar a fiscalização.

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Política conta: o adiamento do EUDR pela UE deixa brechas que favorecem cadeias de madeira ligadas ao corte ilegal. Defender florestas é também proteger o clima e o céu — por isso transparência, regulação e inclusão das comunidades locais são essenciais.

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Reflexão final: proteger Bornéu não é só conservar espécies — é preservar as condições atmosféricas que permitem observações e descobertas astronômicas. Ciência aberta, dados satelitais e justiça ambiental andam juntos. Um motivo a mais pra agir.

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