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1.000 pessoas no Vale do Capão em debates gratuitos sobre enteógenos, cannabis, ancestralidade e regulação — e uma nova edição confirmada para 2026 ✨

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Expande Capão confirma nova edição em 2026 🎉🧵 No último fim de semana, 1.000 pessoas se reuniram no Vale do Capão para debates gratuitos sobre ancestralidade, ciência, enteógenos, cannabis e regulação. Foi histórico — e a próxima edição já tem data.

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A história começou com coletivos locais, pesquisadores e representantes indígenas que queriam algo diferente: um espaço aberto, gratuito e literalmente no território. O cenário? Morros, rios e conversas que misturavam chão e teoria — mais aconchegante que qualquer auditório.

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Nos palcos e rodas surgiram debates técnicos: estudos sobre potencial terapêutico de enteógenos, protocolos clínicos, segurança, e evidências sobre cannabis medicinal. Especialistas trouxeram dados; terapeutas, relatos; e a ciência ouviu com atenção.

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Mas não foi só ciência de laboratório. Representantes indígenas dividiram saberes ancestrais que questionam como entendemos cura e território. A conversa mostrou que conhecimento tradicional e pesquisa podem ser complementares — com respeito e proteção de direitos.

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Ao falar de regulação, o tom foi prático: políticas públicas baseadas em evidência, proteção de práticas tradicionais, e garantia de condições dignas para terapeutas e comunidades. A mensagem foi clara: regular é cuidar, não criminalizar.

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Do evento saíram redes de colaboração: propostas de pesquisa, oficinas de formação, troca entre cientistas e guardiões do território. O fato de ter sido gratuito aumentou o acesso — um passo para democratizar quem participa da produção de conhecimento.

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Reflexão final: quando ciência e ancestralidade se encontram com ética e respeito, o resultado não é só avanço acadêmico — é cuidado coletivo. O Expande Capão mostrou que é possível produzir conhecimento mais justo e acessível. Que venha 2026.

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