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Resumo em 10 segundos

Venda ilegal movimentou R$ 662 milhões e deixou um rastro de risco à saúde pública — entenda por que isso importa 🍺⚠️

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Mercado ilícito de bebidas e alimentos movimentou R$ 662 milhões em SP no ano passado 🍺🚫 🧵 Dados da Fiesp mostram que, além de roubar impostos, esses produtos adulterados representam risco real à saúde pública. Bora entender o tamanho do problema?

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Segundo o anuário do DESEG/Fiesp, 75,8% desse segmento é transnacional — passa por vários países antes de chegar aqui. Resultado: fiscalização mais difícil, rotas de contrabando complexas e maior chance de adulteração.

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Os riscos? Bebidas adulteradas podem conter metanol (que pode causar cegueira e morte). Alimentos sem procedência trazem contaminação microbiana, pesticidas, rotulagem falsa e perigo pra quem tem alergia. Isso é problema de saúde pública.

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No bolso da população: R$ 147 milhões em impostos estaduais não pagos e R$ 28,48 milhões de renda não gerada pra trabalhadores. Na conta da Fiesp, isso poderia custear ~40 hospitais ou 39 escolas — impacto direto nos serviços que usamos.

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Além do risco à saúde, a produção ilegal costuma burlar normas ambientais e trabalhistas — descarte irregular, exploração e informalidade. A solução precisa mirar nas redes criminosas, proteger trabalhadores e ampliar acesso a mercados legais.

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Dicas práticas: procure selo fiscal, nota/recibo, lacre intacto e reputação do vendedor; desconfie de preços muito abaixo do mercado. No nível público, rastreabilidade, cooperação internacional e mais fiscalização tecnificada ajudam a fechar essas rotas.

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Fica a reflexão: R$ 147 milhões sem arrecadar = 40 hospitais a menos. Comprar com origem e fiscalizar o ponto de venda é cuidar da sua saúde e da saúde coletiva. Informação e escolhas fazem diferença.

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