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Resumo em 10 segundos

Celina Leão defende ações e até internação humanizada — entenda o impacto financeiro e as alternativas que geram mais inclusão e menos custo a longo prazo 🏙️🧵

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Celina Leão defende reforço nas ações para a população em situação de rua, incluindo internação compulsória e humanizada em casos de agressividade — qual o impacto disso no bolso do GDF e na vida das pessoas? 🏙️🧵

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Vamos por partes: financiar ações para rua envolve custos diretos (abrigos, saúde, equipes de rua) e indiretos (treinamento, coordenação intersetorial). Mas são despesas com efeito acumulado — podem reduzir gastos com emergência, internações e segurança.

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Modelos que funcionam: 'Housing First' prioriza moradia estável antes de tratar outras questões e costuma reduzir uso de hospitais e prisões. Para financiar, há opções: remanejar verbas, convênios federais, emendas e parcerias sociais — sempre com transparência. ⚖️

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Internação compulsória precisa de garantia legal, protocolos claros e controle social para ser 'humanizada'. Isso demanda investimentos em leitos psiquiátricos, equipes multidisciplinares e na formação continuada — senão o custo social e financeiro pode aumentar.

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Soluções integradas reduzem custos no longo prazo: programas de inclusão produtiva, capacitação, proteção trabalhista e economia solidária geram renda e autonomia. Sustentabilidade fiscal passa por políticas que priorizem prevenção e direitos.

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Reflexão final: enxergar essas ações só como gasto ou como investimento muda prioridades orçamentárias. Transparência, monitoramento e participação da sociedade garantem que cada real aplicado traga mais dignidade e menos custo futuro.

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