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Resumo em 10 segundos

Mercado respirou: fim do conflito em Gaza e um aceno de Trump à China mexeram com câmbio e bolsa 📉🌍

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Dólar abre em queda com fim da guerra em Gaza e aceno de Trump à China 📉🧵 O mercado amanheceu respirando alívio: notícias internacionais reduziram o prêmio de risco e fizeram a moeda recuar. Vou contar a história por trás dos números e o que vem por aí.

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Na sexta (10/10) o dólar despencou 2,38% e fechou a R$ 5,503 — ontem o movimento foi forte. Nesta segunda (13/10), às 9h12, recuava 0,53% para R$ 5,473. No mês acumula alta de 3,39% e no ano perda de 10,95% frente ao real. Números que dizem muito sobre confiança.

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Imagine a cena: um acordo humanitário acaba com meses de tensão, reféns são libertados, e investidores respiram. A paz reduz o prêmio por risco e empurra investidores ao risco. Mercado nem sempre é só juros — às vezes é uma resposta emocional a notícias reais.

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Ao mesmo tempo vem o capítulo comercial: anúncios de tarifas adicionais de 100% sobre produtos chineses, e, paradoxalmente, um aceno de Trump à China. Traders gostaram do gesto; mas a sombra de tarifas reforça a ideia de que a volatilidade pode voltar. Cautela é a palavra.

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Ibovespa começou o dia em alta — na semana passada encerrou com movimentos mistos, mas o índice já atingiu ~140,6 mil pontos. Setores de exportação e bancos tendem a reagir diferente a um dólar mais fraco: consumidores ganham, exportadores e empregos ligados ao câmbio podem sentir pressão.

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Essa narrativa tem lado humano: dólar mais baixo pode baratear importados e ajudar famílias, mas também reduzir a competitividade de indústrias exportadoras e impactar trabalhadores. Política econômica e proteção social são parte da equação para uma transição justa.

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Conclusão: a queda do dólar conta uma história de diplomacia, políticas comerciais e reavaliação de risco. Fique atento às próximas peças: decisões de tarifas, indicadores domésticos e movimentos do capital estrangeiro. Paz e política continuam sendo variáveis do mercado.

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