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Roger Supino, da Mits Galeria, aponta que a barreira pra comprar arte vai além do bolso — é também repertório e sensação de não pertencimento 🎨✨

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Roger Supino, da Mits Galeria, no Divã de CNPJ: a barreira pra entrar no mercado de arte não é só grana — é repertório e a sensação de não pertencer 🎨💬 🧵

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Visão rápida: quando potenciais compradores se sentem de fora, o mercado perde clientes e diversificação de investidores. Mais público informado = mais demanda = mercado mais resiliente. Oportunidade enorme pra galerias e para investidores que pensam a longo prazo!

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Soluções práticas que já funcionam: visitas guiadas com linguagem acessível, programas educativos, exposições comunitárias e preços escalonados. Isso amplia o repertório das pessoas e reduz a barreira psicológica — inclusão que vira resultado financeiro.

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No campo financeiro: fractional ownership, crowdfunding de obras, marketplaces online e aluguel de obras democratizam o acesso ao ativo artístico. Mais liquidez e participantes = mercado mais saudável. Claro, atenção à transparência para evitar concentração de poder.

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Importante também: justiça para artistas e trabalhadores do setor. Contratos claros, pagamento justo e práticas sustentáveis fortalecem a cadeia e atraem investidores que valorizam responsabilidade social e ambiental. Sustentabilidade = longevidade do mercado.

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Reflexão final: um mercado de arte mais aberto e diverso não é só bonito — é bom para a economia, para quem investe e para a sociedade. Expandir repertórios e reduzir barreiras é investir num futuro cultural e financeiramente mais próspero ✨

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