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Mutirão em 45 hospitais da Ebserh reduziu filas do SUS — de ultrassom a cirurgias. Veja como funcionou e por que ações assim importam 🩺✨

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Mutirão do SUS atende crianças e reduz filas em 45 hospitais universitários 🏥✨🧵 Ravi, que esperava 6 meses por um ultrassom renal, finalmente fez o exame — um exemplo do Dia D da saúde que mobilizou a Rede Ebserh pelo país.

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O 'Agora Tem Especialista' reuniu cirurgias eletivas, exames de imagem e procedimentos terapêuticos em 45 hospitais da Ebserh. A ideia é clara: reduzir filas, liberar vagas e acelerar o acesso de quem já espera meses por atendimento no SUS.

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Em Belo Horizonte, o Hospital das Clínicas da UFMG fez cerca de 230 atendimentos no sábado: ressonância, tomografia, mamografia, medicina nuclear, ultrassom e cirurgias endócrinas, oftalmológicas, urológicas e ginecológicas — sem paralisar a rotina.

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Para famílias como a de Bárbara, a espera afeta trabalho, renda e bem-estar. Mutirões aliviam a pressão imediata, mas muitos casos mostram que é preciso diagnóstico precoce e fortalecer a rede local para evitar esperas recorrentes.

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Essas ações só funcionam com equipes dedicadas: profissionais começaram às 7h e mantiveram fluxo intenso. É essencial valorizar esses trabalhadores com condições decentes e garantir que mutirões não signifiquem sobrecarga ou precarização.

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A escala nacional do mutirão prova que ações concentradas ajudam, mas não bastam. Para reduzir filas em tempo constante, é necessário descentralizar diagnósticos, investir em atenção primária e democratizar acesso a tecnologia e exames.

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Mutirões salvam tempo e vidas, mas são também um sinal: o SUS precisa de planejamento, recursos e acesso contínuo — não apenas dias pontuais. Se queremos igualdade no acesso à saúde, esses esforços devem virar rotina, não exceção.

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