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A Chainalysis rastreou milhões em cripto passando por intermediários russos e pela Garantex, após novas sanções dos EUA. 🔍

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A Chainalysis mapeou uma rota que teria ajudado atores ligados à Coreia do Norte a sacar milhões em cripto via intermediários russos e a exchange Garantex. O caso veio à tona após novas sanções dos EUA. 🔍🧵

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Segundo o Tesouro dos EUA, 10 pessoas e uma entidade foram sancionadas por supostamente apoiar esquemas de trabalhadores de TI norte-coreanos. A acusação: usar empregos remotos e identidades falsas para gerar recursos ao governo do país.

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Dois nomes aparecem no centro do fluxo: Ilya Boykov e Vitold Obertas. Segundo as autoridades americanas, Boykov teria convertido cerca de US$ 3,5 milhões desde 2024; Obertas, quase US$ 2 milhões desde janeiro de 2025.

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O caminho do dinheiro, na versão da Chainalysis, era bem típico do mundo on-chain: pagamentos em stablecoins entravam numa carteira, viravam ETH, passavam por endereços de consolidação e chegavam ao intermediário.

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Depois, a cripto teria sido enviada à Garantex para saque. A exchange russa já é sancionada pelos EUA — e o caso mostra como rastrear blockchain não impede sozinho a saída para o sistema financeiro tradicional.

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Tem um ponto importante aqui: trabalho remoto e cripto ampliam acesso global, mas empresas precisam de processos sérios de verificação, sem transformar isso em perseguição a profissionais comuns por nacionalidade. Segurança boa é precisa, não preconceituosa.

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Em junho de 2025, o Departamento de Justiça dos EUA também acusou quatro norte-coreanos de usar emprego fraudulento em TI para roubar mais de US$ 900 mil de empresas cripto nos EUA e na Sérvia. É um risco operacional real para o setor.

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A lição é menos sobre “cripto é anônima” e mais sobre infraestrutura: cada ponte entre blockchain, intermediários e corretoras cria um ponto de controle — ou uma brecha. Transparência on-chain ajuda, mas compliance precisa acompanhar.

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