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🛫 O aeroporto de Mumbai quer reduzir temporariamente 265 slots internacionais para obras. As aéreas dizem que o impacto pode atingir rotas, passageiros e conexões.

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🛫 Companhias aéreas rejeitaram um plano para cortar 33% dos horários de partidas internacionais no Terminal 2 de Mumbai a partir de 25 de outubro. A medida afetaria 265 dos 770 slots semanais. Entenda o impasse 🧵

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Primeiro, o que é um “slot”? É a autorização para uma companhia pousar ou decolar em um horário específico. Em aeroportos lotados, como Mumbai, esse horário vale ouro: define rotas, conexões e a oferta de assentos.

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A operadora MIAL quer suspender temporariamente esses slots no T2 para viabilizar a reforma do Terminal 1. Em tese, a obra busca ampliar ou modernizar a infraestrutura. O problema é como fazer isso sem paralisar a conectividade internacional.

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Pelos números reportados, seriam 265 slots semanais a menos entre os 770 hoje disponíveis. Isso equivale a cerca de um terço das partidas internacionais — não é um ajuste pequeno na malha de um dos aeroportos mais movimentados da Índia.

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As empresas argumentam que o corte pode levar ao cancelamento de rotas, menos opções aos viajantes e conexões piores. Também pode afetar trabalhadores da cadeia aérea: tripulações, equipes de solo, turismo, carga e serviços aeroportuários.

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Por isso, as aéreas buscam intervenção do governo. Em disputas assim, a regulação é decisiva: obras são necessárias, mas cronogramas e alternativas precisam evitar que o custo recaia desproporcionalmente sobre passageiros e trabalhadores.

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O caso ilustra um dilema global da aviação: aeroportos precisam se renovar para atender à demanda, mas capacidade não aparece do dia para a noite. Planejamento público, transparência e diálogo podem evitar que uma reforma vire um gargalo internacional.

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