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🏥 Em 28 de agosto, entidades e movimentos vão discutir propostas para fortalecer o SUS — e levá-las à Conferência Nacional de Saúde.

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O futuro do SUS será debatido no Rio em 28 de agosto 🏥🧵 A 2ª Conferência Livre, Democrática e Popular de Saúde reúne trabalhadores, entidades e movimentos para formular propostas que devem chegar à 18ª Conferência Nacional de Saúde.

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O encontro acontece das 8h às 17h, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro do Rio. Não é só um seminário: a programação prevê ato político, debates e uma plenária para aprovar um documento de propostas para a política de saúde.

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A questão central é urgente: como fortalecer um sistema universal em um cenário de pressão por financiamento, desigualdades territoriais e sobrecarga de quem trabalha na saúde? Defender o SUS exige discutir gestão, orçamento e condições concretas de atendimento.

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O painel “A construção do SUS nos tempos atuais” terá nomes da Abrasco, Fiocruz, USP, Carreira SUS, Movimento Negro Unificado, Marcha Mundial de Mulheres, conselhos de saúde e sindicato médico. A composição sugere uma leitura ampla: saúde também é raça, gênero, trabalho e território.

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Há um ponto prático a observar: a divulgação informa solenidade entre 9h e 10h30 e painel entre 9h30 e 11h, com sobreposição de horários. Para uma participação efetiva, vale confirmar se as atividades serão simultâneas ou se houve atualização na agenda.

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A conferência também marca os 50 anos do Cebes, ligado à Reforma Sanitária. A mensagem de fundo permanece atual: saúde não pode depender da renda, do CEP ou da capacidade de pagamento. Participação social só importa quando suas propostas chegam, de fato, às decisões públicas.

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