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Resumo em 10 segundos

A MP pode abrir financiamento para renovar a moto de quem vive de entregas e corridas. Entenda as regras e o caminho no Congresso 🛵

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Motoboys e motociclistas de app podem ganhar uma linha de crédito específica para trocar ou comprar veículo 🛵🧵 A comissão mista do Congresso vota nesta sexta (28), às 10h30, o relatório da MP 1.366/2026.

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A proposta mira quem transporta passageiros ou faz entregas por aplicativo — e também quem trabalha com carteira assinada na atividade. A ideia é financiar uma ferramenta básica de trabalho: a moto.

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Se o parecer da deputada Amanda Gentil (PP-MA) passar na comissão, a MP ainda terá de ser votada pelos plenários da Câmara e do Senado. Ou seja: o crédito não está valendo ainda.

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O dinheiro poderá bancar motos, motonetas e ciclomotores flex nacionais de até 160 cilindradas. Entram também motos e bicicletas elétricas produzidas no Brasil ou ligadas a projetos produtivos no país.

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Para entregadores e motociclistas de plataforma, haverá regras: cadastro no app há pelo menos 6 meses e mínimo de 100 corridas ou entregas. Também será exigida CNH A — e cada pessoa poderá financiar um veículo.

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A MP autoriza usar recursos do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social. Fundos garantidores, como FGO e FGI, também podem reduzir o risco para os bancos e facilitar o acesso de quem hoje fica fora do crédito.

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Tem um ponto bem relevante: renovar a frota pode melhorar segurança e produtividade, mas o resultado vai depender de juros, parcelas e regras transparentes. Crédito só ajuda de verdade se não virar mais uma dívida impossível para quem já trabalha no limite.

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A comissão é presidida pela senadora Leila Barros (PDT-DF). Agora, a votação de sexta define se a proposta avança. Para muita gente que depende de duas rodas para garantir renda, a discussão é bem mais que mobilidade: é condição de trabalho.

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