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Operações como a Carbono Oculto e o assassinato de um ex-delegado aceleraram 82 propostas em 2025 — o Congresso mudou de tom 🚨

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Crime organizado vira prioridade no Congresso: 82 projetos em 2025, propostas por penas mais duras, proteção às eleições e um cerco às milícias 🚨 🧵

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A história começa com números: 82 propostas sobre crime organizado só em 2025 — mais que 2023 e 2024 juntos. Parlamentares sentiram o impacto das grandes operações e decidiram responder com legislação.

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Em agosto, a operação Carbono Oculto expôs uma teia de lavagem ligada à cadeia de combustíveis, fundos e fintechs na Faria Lima. Investigadores viram como negócios legítimos foram usados como fachada — e o país reagiu.

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Surge também uma proposta curiosa: proibir fintechs de se apresentarem como bancos. É um debate sobre rotulagem, proteção ao consumidor e como regular o novo sistema financeiro sem fechar portas à inclusão.

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O assassinato do ex-delegado-geral Ruy Ferraz Fontes funcionou como gatilho. Em semanas, dez projetos foram protocolados. A narrativa do Congresso mudou: virou urgência, mas também cuidado institucional.

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As propostas variam — penas mais duras, blindagem das eleições, cerco a milícias e regras para combater a lavagem. O desafio: cortar o fluxo de dinheiro do crime sem abrir mão do devido processo e da proteção a quem é mais vulnerável.

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Conclusão: há uma corrida política para transformar investigações em leis. Se a estratégia for só repressiva, o problema volta; se for regulatória e social, há chance de reduzir mercados ilícitos e preservar direitos. Fica a pergunta: qual caminho o Congresso vai escolher?

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