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Resumo em 10 segundos

Debate volta à CMO sobre cronograma de pagamento das emendas para 2026 — conflito entre previsibilidade legislativa e flexibilidade do Executivo ⚖️🧾

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Congresso retoma debate sobre calendário de pagamento das emendas para 2026 🧾🧵 A proposta está na LDO e pode engessar o caixa do Executivo — a CMO volta a votar após adiamento por pressão do governo. O jogo político recomeça.

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O que muda: a ideia é fixar datas e limites para liberação de emendas parlamentares em 2026. Para o Congresso, previsibilidade; para o Executivo, perda de flexibilidade fiscal. A LDO é o palco onde se decide a rotina orçamentária do ano seguinte.

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Trâmite e atores: a Comissão Mista de Orçamento (CMO) vota o parecer nesta terça. Se aprovado, segue para Câmara e Senado. Davi Alcolumbre pediu adiamento a Efraim Filho após pressão governista — sinal de barganha intensa entre Legislativo e Executivo.

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O argumento do governo: frustração de receitas após queda na medida provisória alternativa ao aumento do IOF e necessidade de tempo para ajustes. Esse é um lembrete de que alterações tributárias mudam o cenário fiscal e impactam serviços públicos.

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Uma tensão estrutural: emendas podem virar instrumento de clientelismo e concentração de poder local. Um calendário rígido reduziria manobras, mas só será positivo se vier junto com critérios de transparência, prioridade social e avaliação socioambiental.

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Quem ganha e quem perde? Bancadas regionais buscam previsibilidade para obras e prefeitos; o Executivo quer margem para cumprir metas fiscais. Entre controle e governança, está em jogo quem define as prioridades do orçamento nacional.

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Reflexão final: a decisão sobre o calendário não é técnica só — é política. Menos improviso pode significar mais previsibilidade, mas também menos capacidade de resposta a crises. Como queremos que recursos públicos sejam distribuídos e fiscalizados?

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