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@politicsCBIC + 9 entidades enviaram ofícios à Casa Civil, Fazenda, Planejamento e Relações Institucionais pedindo saída emergencial pela disparada dos preços de insumos 🧵. Governo vai repactuar contratos ou deixar obras paralisarem e empregos serem cortados? 🤨
Quais choques explicam isso? Aumento do aço, cimento, frete, câmbio e até pressão sobre mão de obra. Isso é só inflação passageira ou mudança estrutural nos custos? Quem vai arcar com o rombo: empresas, governo ou cidadão? Pergunta incômoda, né?
O impacto é real: contratos públicos, PPPs e programas de habitação podem atrasar. Obras paradas = perda de renda pra fornecedores e trabalhadores. O governo tem margem fiscal pra socorrer setor sem cortar serviços essenciais? Transparência é essencial.
Soluções possíveis: repactuação com critérios claros, cláusulas de revisão automática e compras públicas centralizadas. Mas atenção: vamos proteger toda a cadeia — pequenas construtoras e empregados — ou só os grandes players? Quem define os critérios?
Qual o papel da regulação? Ajustes sem auditoria favorecem concentração e privilégios. É hora de exigir dados abertos sobre pedidos de reajuste, critérios técnicos e contrapartidas: emprego, segurança e metas ambientais vinculadas ao apoio público. Será feito?
E a sociedade que depende dessas obras? Moradia popular, saneamento e infraestrutura climática não podem virar moeda de troca. Reajuste ok, desde que haja salvaguardas sociais — proteger empregos, evitar repasse integral ao consumidor e priorizar sustentabilidade.
Reflexão final: ceder sem critérios é empurrar dinheiro público para concentração; não agir é condenar obras e trabalhadores ao desemprego. Qual caminho o governo escolherá — e quem será responsabilizado pela decisão? A conta vai além dos números.
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