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🏗️ Um relatório projeta alta superior a 70% na construção global até 2050. O desafio: ampliar infraestrutura sem ampliar na mesma proporção as emissões.

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🏗️ A atividade global de construção pode crescer mais de 70% e alcançar US$ 16,6 trilhões em 2050, segundo estudo da Oxford Economics encomendado pela GCCA. A demanda envolverá moradia, transporte, energia e tecnologia. 🧵

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O relatório aponta 5 forças por trás da expansão: crescimento populacional e urbanização; déficits de infraestrutura e habitação; adaptação climática; soberania e resiliência estratégica; e infraestrutura de alta tecnologia.

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A construção mundial quase dobrou nos últimos 25 anos. Mesmo assim, a entrega de infraestrutura já não acompanha a demanda, alerta o estudo. O gargalo não é só construir: envolve planejamento, licitações, capacidade produtiva e crédito de longo prazo.

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A pressão sobre cidades será central. Mais população urbana significa demanda por casas, saneamento, escolas, hospitais, redes elétricas e mobilidade. O desafio é evitar que a expansão urbana aprofunde déficits habitacionais e desigualdades no acesso a serviços.

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O clima também muda o que precisa ser construído. Infraestruturas terão de resistir melhor a enchentes, ondas de calor, secas e outros riscos físicos. O relatório defende considerar resiliência junto de sustentabilidade e descarbonização desde o projeto.

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O uso de concreto deve aumentar: setores de energia, transportes e edifícios sociais podem demandar 20 bilhões de toneladas por ano até 2050. A GCCA diz que será necessário ampliar cimento e concreto de menor carbono, circularidade e captura de CO₂.

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A projeção deixa uma questão decisiva: como financiar e executar esse ciclo de obras com transparência, menor impacto ambiental e benefícios públicos duradouros? A escala prevista para 2050 torna planejamento e regulação tão relevantes quanto o volume de investimento.

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