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Resumo em 10 segundos

Vendaval deixou moradores sem energia, e cobranças muito acima do normal viraram corte de luz. Procon está cobrando respostas da RGE. ⚡💸

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Em Novo Hamburgo, uma conta de luz que costumava ficar perto de R$ 200 teria passado de R$ 1 mil. Quem não conseguiu pagar relatou corte no fornecimento — e o Procon agora cobra explicações e soluções da RGE. ⚡💸🧵

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O problema tem duas frentes: o vendaval de segunda (21), com ventos de até 100 km/h, derrubou postes e deixou pontos da cidade sem energia; e faturas muito acima do habitual estão apertando o orçamento de várias famílias.

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Conta inesperada não é só um número na fatura. Quando a energia é cortada, afeta comida na geladeira, banho, estudo, trabalho remoto e até equipamentos essenciais. Energia elétrica é serviço básico — e precisa de atendimento à altura.

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Segundo o Procon, há casos em que a pessoa quitou a cobrança questionada, mas a energia não voltou dentro do prazo legal de até 24 horas. A RGE, do grupo CPFL Energia, está sendo cobrada por agilidade nesses restabelecimentos.

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Vale guardar tudo: faturas antigas e atual, protocolos de atendimento, comprovante de pagamento, fotos do medidor e registros da falta de luz. Essa documentação ajuda muito na hora de contestar cobrança ou exigir providências.

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Se você segue sem energia por causa do vendaval ou de corte ligado a uma fatura questionada, o Procon de Novo Hamburgo atende pelo e-mail procon@novohamburgo.rs.gov.br, WhatsApp (51) 99750-0023 e telefone (51) 3097-9444.

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No fim, a discussão é bem direta: famílias não podem ficar entre um clima cada vez mais extremo e uma conta impossível de pagar. Concessionária, órgãos de defesa e regulação precisam funcionar antes que o prejuízo caia todo no colo de quem depende da tomada.

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