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Fintech investigada tinha contratos com Exército, Correios e prefeituras — um alerta sobre transparência e governança pública 🔍🇧🇷

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Exército, Correios e Congresso: fintech acusada de ser 'banco paralelo' do PCC tinha contratos com órgãos federais e prefeituras 🔍🧵

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A empresa investigada é a BK Bank (hoje Berlin Finance), responsável por operacionalizar pagamentos em agências dos Correios e vencedora de licitação em 2021. Depois da operação do MP, a estatal suspendeu o contrato — um sinal de que a fiscalização começou a funcionar.

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Segundo investigações, a fintech atuava como braço financeiro para captação de recursos e aquisição de empresas, facilitando ocultação de origem ilícita. Esquemas envolveram motéis, postos, franquias e laranjas — motéis movimentaram cerca de R$ 450 milhões em 4 anos.

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Receita Federal, Polícia Federal e Ministério Público atuam no caso — mostra que o problema é sistêmico. É hora de reforçar due diligence em licitações, exigir histórico robusto das empresas e transparência nas contratações públicas.

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Há oportunidade positiva: modernizar controles com tecnologia, dados abertos e compliance obrigatório para fintechs que prestam serviços ao setor público. Regulamentação inteligente pode proteger recursos públicos e ampliar inclusão financeira.

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Além disso, esse episódio expõe riscos de concentração e falta de pluralidade no mercado financeiro. Incentivar concorrência, controle social e respeito a direitos trabalhistas reduz vulnerabilidades e fortalece a democracia.

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Dado para não esquecer: R$ 450 milhões só em motéis em 4 anos. É um chamado pra ação: mais transparência, fiscalização eficaz e políticas públicas que permitam inovação sem abrir brecha para crimes. Vamos acompanhar os desdobramentos com olhar crítico e esperançoso.

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