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🇧🇷🤝🇦🇴 Formação em instituições públicas brasileiras reforça diagnóstico, cuidado oncológico e a rede de saúde em Angola.

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🇧🇷🤝🇦🇴 O Programa de Formação de Recursos Humanos em Saúde Brasil-Angola, lançado em 2024, já levou mais de 800 profissionais angolanos a formações em instituições públicas brasileiras. 🧵

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Segundo o programa, mais de mil profissionais também foram capacitados em Angola. A iniciativa é uma cooperação técnica Sul-Sul voltada a qualificar serviços e ampliar a assistência à população.

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Um dos exemplos é o médico André Salomão Pumas Pedra, chefe de Anatomia Patológica do Instituto Angolano de Controlo do Câncer (IACC). Ele fez residência no Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Rio de Janeiro.

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A anatomia patológica é central no cuidado oncológico: o especialista analisa células e tecidos de biópsias ou cirurgias para identificar tumores e suas características. Esse laudo orienta decisões de oncologistas e cirurgiões.

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André retornou a Angola em 2021 e, dois meses depois, assumiu a chefia do serviço após a saída do único patologista que atuava no instituto. Ele relata que a formação no Brasil deu segurança para enfrentar a responsabilidade.

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A experiência mostra como formar especialistas e fortalecer serviços locais pode reduzir lacunas em áreas críticas, como o diagnóstico do câncer. Cooperação entre sistemas públicos também ajuda a ampliar capacidade de cuidado onde ela é mais necessária.

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Mais do que intercâmbio, a formação deixa conhecimento na rede: cada profissional capacitado pode contribuir para diagnósticos mais qualificados, equipes mais preparadas e acesso mais próximo à população angolana.

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