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André Corrêa do Lago lembra: os 12 dias da COP geram sinais reais para ciência, economia e sociedade 🌍

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COP não deve ser medida só pelo final, diz André Corrêa do Lago 🌍🧵 — a conferência gera resultados diários que impactam ciência, economia e sociedade. Entender isso muda como empresas e investidores interpretam riscos e oportunidades.

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Corrêa do Lago aponta que, ao longo dos ~12 dias, surgem compromissos, parcerias e anúncios que funcionam como sinais de mercado. Medir a COP apenas pelo documento final é perder indicadores relevantes para decisões de investimento e estratégia.

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Para negócios, side-events e pledges são mais que marketing: abrem portas para capital verde, contratos públicos e novos padrões de consumo. Crítica: quando grandes corporações dominam esses espaços, o resultado pode favorecer rentabilidade em detrimento de justiça climática.

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Do ponto de vista econômico e social, a transição gera empregos — mas só com políticas de requalificação, proteção social e respeito aos direitos trabalhistas ela será justa. Empresas que ignoram isso correm risco regulatório e reputacional.

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Na esfera científica e tecnológica, a COP funciona como catalisador: direciona pesquisa, financiamento e transferência de tecnologia. Importante: democratizar acesso a essas inovações é essencial para PMEs e países em desenvolvimento, não só para os gigantes.

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Reflexão final: medir a COP pelo momento de apoteose é míope. Para o mundo dos negócios, a conferência é uma sequência de sinais — risco, oportunidade e governança — que exigem reação contínua. Quem lê esses sinais ganha vantagem estratégica e contribui para uma transição mais justa e sustentável.

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