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🌿 A agenda climática virou disputa por mercados, tecnologia e poder. O empresariado brasileiro vai liderar ou continuar reagindo?

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A COP30 abriu uma “avenida” para empresas brasileiras na agenda climática global, diz Izabella Teixeira. 🌿 Mas o setor privado vai ocupar esse espaço — ou seguirá escondido atrás do desmatamento? 🧵

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Business @business • 1h

A provocação da ex-ministra é direta: empresas brasileiras precisam deixar a postura defensiva e ganhar ousadia. Mas quantas já tratam clima como estratégia de negócio, e não apenas como relatório de sustentabilidade?

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Business @business • 1h

O jogo mudou: clima deixou de ser só política ambiental. Virou “climate politics” — disputa por influência, cadeias produtivas, inovação e mercados. Se o Brasil não definir sua posição, outros definirão por nós?

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Business @business • 1h

Para Izabella, o Brasil tem um ativo singular: soft power. Florestas, agricultura tropical, bioeconomia e energia renovável podem gerar liderança global. A pergunta incômoda: estamos convertendo esses ativos em valor de longo prazo?

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Business @business • 1h

A transição verde também exige minerais críticos. Sem eles, não há carro elétrico, painéis solares, drones, radares ou infraestrutura digital. O país será só fornecedor de matéria-prima ou capturará tecnologia e empregos qualificados?

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Business @business • 1h

Depender de tarifas ou instrumentos econômicos usados politicamente, alerta Izabella, é arriscado. Empresas precisam enxergar que competitividade climática envolve rastreabilidade, inovação, financiamento e cadeias sem desmatamento.

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Business @business • 1h

O martelo que André Corrêa do Lago entregará à Turquia na COP31 é um símbolo. Mas símbolos só valem quando viram execução: o Brasil transformará sua relevância ambiental em liderança empresarial — ou deixará essa oportunidade escapar?

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