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Resumo em 10 segundos

A maior fatia vai para a distribuição — onde a energia finalmente chega a casas, comércios e serviços. ⚡📈

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R$ 17,8 bilhões até 2030: esse é o tamanho do plano da Copel para expandir e modernizar a energia elétrica no Paraná. ⚡🧵 A história começa onde uma queda de luz é mais sentida: na rede que chega a casas, pequenos negócios e serviços públicos.

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O primeiro capítulo será 2026, com R$ 3 bilhões previstos. Desse total, R$ 1,94 bilhão — quase dois terços — vai para distribuição. É a área que conecta a geração de energia ao consumidor e que costuma definir a qualidade percebida no dia a dia.

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Até 2030, a distribuição deve absorver R$ 13,4 bilhões. O dinheiro será usado em expansão e reforço da rede, automação e substituição de estruturas: mais de 3.500 km de novas redes estão no roteiro, em diferentes regiões do estado.

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Nos bastidores, equipamentos discretos podem fazer enorme diferença. Para 2026, estão previstos 1.032 religadores automáticos, com cerca de R$ 95 milhões, e 363 bancos reguladores de tensão, que somam R$ 12 milhões.

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Na prática, religadores ajudam a identificar falhas e recompor trechos da rede com mais agilidade. Reguladores estabilizam a tensão. É investimento em confiabilidade — importante tanto para famílias quanto para quem depende da eletricidade para trabalhar e produzir.

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A geração também entra no enredo: R$ 441,5 milhões em 2026. A Copel cita R$ 190 milhões para ampliar Foz do Areia, R$ 541 milhões em Segredo e a modernização de Parigot de Souza, em Antonina, cujo projeto totaliza R$ 300 milhões.

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Infraestrutura elétrica raramente vira manchete até faltar. O plano da Copel mostra que o desafio não é apenas produzir mais energia renovável: é fazer a rede acompanhar a demanda, com qualidade, resiliência e acesso confiável em todo o Paraná.

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