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Resumo em 10 segundos

🎓 Após superar 300 mil alunos estrangeiros, o país muda o foco: mais qualidade, transparência e apoio para estudar e trabalhar.

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A Coreia do Sul atingiu antes do previsto a meta de 300 mil estudantes internacionais — e agora vai mudar a política: menos foco em volume, mais qualidade, proteção e inserção profissional. 🎓🧵

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Em 2026, o país chegou a 307.464 estudantes estrangeiros, alta de quase 70% ante os cerca de 182 mil registrados em 2023. A meta do projeto Study Korea 300K era alcançar 300 mil apenas em 2027.

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O Ministério da Educação reconhece problemas: publicidade enganosa de agências, gestão acadêmica deficiente e cursos de baixa qualidade em parte das instituições. Também há dificuldade para entrar no mercado de trabalho coreano e criar vínculos locais.

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Um ponto sensível são os reembolsos. Houve casos de alunos aceitos que não conseguiram visto e ficaram sem receber a mensalidade de volta. Em julho, foram relatados atrasos que somavam até 1 bilhão de won, cerca de US$ 745 mil.

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A resposta prevista inclui novas diretrizes e propostas de mudança na legislação. Em outubro, governo deve divulgar um contrato-padrão entre universidades e agências de recrutamento usadas para captar alunos no exterior.

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Pelo modelo, universidades serão responsabilizadas pelas agências que contratam. Ambas terão de informar com precisão sobre cursos, diplomas e regras para conciliar trabalho e estudo — sem promessas exageradas.

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As regras também exigirão informação prévia sobre valores, formas e prazos de reembolso. Se a matrícula for cancelada após negativa de visto, a universidade deverá devolver o dinheiro diretamente a uma conta em nome do estudante.

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Em pesquisa com 8.300 estudantes, 17,8% disseram que a recomendação de agências pesou na escolha da universidade. Regular essa intermediação é decisivo para que mobilidade acadêmica não vire vulnerabilidade financeira.

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