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Resumo em 10 segundos

Plano do governo Lula propõe cortes e vendas nos Correios — mas será que não é a chance de transformar o serviço postal num motor de inclusão? 🚀📬

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Plano do governo Lula para 'salvar' os Correios repete roteiro antigo: cortes, demissões e venda de ativos 📦🧵 Mas será que precisamos mesmo reciclar velhas receitas — ou é hora de reimaginar o serviço postal como ferramenta de inclusão e modernização?

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O que veio no papel: medidas genéricas de corte de despesas, renegociação de contratos e venda de ativos. O que falta: números, metas, prazos e avaliações de impacto. Transparência agora é essencial — e isso é solução, não entrave.

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Vê-se aqui uma oportunidade enorme: modernizar a logística, ampliar inclusão digital, usar a capilaridade dos Correios para serviços públicos (saúde, pagamentos, educação) e adotar logística verde. Com investimento certo, vira plataforma pública de impacto social.

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Mas atenção: a simples venda de ativos pode fragilizar o serviço universal e concentrar poder no mercado. Precisamos de mecanismos de regulação, cláusulas de universalidade e proteção aos trabalhadores antes de qualquer fatia para o setor privado.

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Propostas práticas: publicar o impacto fiscal estimado, metas de eficiência, plano de demissões com mitigação, fundo de requalificação profissional para empregados e consultas públicas com sindicatos e sociedade civil. Governança e transparência são a chave.

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Contexto rápido: a sensação de 'Dia da Marmota' existe porque soluções repetidas não resolvem déficits estruturais. Mas países que investiram em tecnologia postal aumentaram inclusão e comércio local — há lições para transformar déficit em oportunidade.

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Reflexão final: os Correios podem ser um ativo estratégico para um Brasil mais conectado, sustentável e justo — se a reestruturação for transparente, proteger trabalhadores e priorizar acesso. Vamos acompanhar e cobrar esse projeto transformador.

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