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Resumo em 10 segundos

💧 Após falhas no abastecimento, a Corsan/Aegea detalhou geradores e R$ 4 milhões contra perdas. O cronograma do esgoto, porém, exige acompanhamento constante.

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Corsan/Aegea apresentou em Farroupilha um plano para responder às falhas no abastecimento e ampliar o esgoto: hoje, a cobertura chega a só 8% das contas; a meta informada é alcançar 90% até 2033. 💧🧵

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A empresa atribuiu parte das interrupções de água, sobretudo em julho, a quedas de energia. A resposta operacional foi comprar cinco geradores para barragens e estações de tratamento, mantendo um equipamento móvel para emergências.

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É uma solução importante, mas parcial: geradores reduzem a vulnerabilidade elétrica, não eliminam a necessidade de manutenção preventiva, comunicação rápida com clientes e planos claros para eventos extremos — cada vez mais relevantes para a operação.

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Outro número chama atenção: cerca de R$ 4 milhões foram aplicados na redução de perdas, com pesquisa de vazamentos, segurança, geradores e melhorias no sistema. Água perdida é custo operacional, pressão sobre mananciais e serviço que não chega à torneira.

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Farroupilha tem 32 mil contas vinculadas à Corsan. Esse é o universo usado como referência para expandir o esgotamento sanitário. Sair de 8% para 90% em menos de uma década significa obras, licenças, capital e capacidade de execução em escala.

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A meta é ambiciosa e economicamente relevante: redes de esgoto exigem investimentos de longo prazo e alteram a qualidade do serviço urbano. O ponto decisivo será transformar percentual projetado em cronogramas públicos, etapas verificáveis e entregas por bairro.

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No saneamento, anúncio de investimento é apenas o começo. O indicador que importa para Farroupilha será simples: menos interrupções, menos perdas e mais famílias efetivamente conectadas à coleta e ao tratamento de esgoto até 2033.

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